"Eis o melhor e o pior de mim..."
quinta-feira, 12 de junho de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Um relicário imenso deste amor...
Hoje Nando vem por mim!
"É uma índia com colar
A tarde linda que não quer se pôr
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o A de que cor?
O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou
E são dois cílios em pleno ar
Atrás do filho vem o pai e o avô como um gatilho sem disparar
Você invade mais um lugar onde eu não vou
O que você está fazendo?
Milhões de vasos sem nenhuma flor
O que você está fazendo?
Um relicário imenso deste amor
Corre a lua porque longe vai?
Sobe o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral que eu trocaria a eternidade por esta noite
Porque está amanhecendo?
Peço o contrario, ver o sol se por
Porque está amanhecendo?
Se não vou beijar seus lábios quando você se for
Quem nesse mundo faz o que há durar
Pura semente dura: o futuro amor
Eu sou a chuva pra você secar
Pelo zunido das suas asas você me falou
O que você está dizendo?
Milhões de frases sem nenhuma cor, ôôôô...
O que você está dizendo?
Um relicário imenso deste amor
O que você está dizendo?
O que você está fazendo?
Por que que está fazendo assim?
...está fazendo assim?"
Relicário - Composição: Nando Reis
"É uma índia com colar
A tarde linda que não quer se pôr
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o A de que cor?
O que está acontecendo?
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo?
Eu estava em paz quando você chegou
E são dois cílios em pleno ar
Atrás do filho vem o pai e o avô como um gatilho sem disparar
Você invade mais um lugar onde eu não vou
O que você está fazendo?
Milhões de vasos sem nenhuma flor
O que você está fazendo?
Um relicário imenso deste amor
Corre a lua porque longe vai?
Sobe o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral que eu trocaria a eternidade por esta noite
Porque está amanhecendo?
Peço o contrario, ver o sol se por
Porque está amanhecendo?
Se não vou beijar seus lábios quando você se for
Quem nesse mundo faz o que há durar
Pura semente dura: o futuro amor
Eu sou a chuva pra você secar
Pelo zunido das suas asas você me falou
O que você está dizendo?
Milhões de frases sem nenhuma cor, ôôôô...
O que você está dizendo?
Um relicário imenso deste amor
O que você está dizendo?
O que você está fazendo?
Por que que está fazendo assim?
...está fazendo assim?"
Relicário - Composição: Nando Reis
quarta-feira, 21 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
domingo, 18 de maio de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Faz a curva da esquina e nunca mais...
Hoje assistir mais uma vez o filme um amor pra recordar, aff o filme é lindo demais. È, eu assumo sou românticaaaaaaaaaaa! Sim, vou falar logo o que interessa. Assistindo esse filme hoje lembrei de um texto muito bom de Miguel Fallabella e acredito que traduz o sentimento de todos nós que já amamos. Vou postar aqui o trecho que eu mais gosto, que mais me dói quando leio.
"E penso ainda: o que mais me incomoda nessa vida é esse tanto de gente que vai sem aviso - não de morte morrida ou matada. Mas, gente que um belo dia lhe dá um beijo de boa noite, faz a curva da esquina e nunca mais. Os telefonemas vão ficando esparsos, a voz já não vibra ao reconhecer a tua, e todo aquele mundo que foi visto à dois, perde o sentido.
Nas noites estreladas, quando vasculhamos o infinito, à cata de algum sinal, quando nossa pequenez salta aos olhos, nessas noites a gente se flagra pensando no tanto de gente que se foi e , na grande maioria das vezes, descobre que quase nunca houve dois, que dois é coisa difícil de ser achada. A serenidade daquilo que é par nos é quase sempre estranha ao paladar. Como uma iguaria desconhecida, mas secretamente desejada."
Sim, esta é a esplendorosa equação da vida: Dois que viram um só, e posteriormente, um que vira meio...
Foi isso que eu pensei hoje que no fim do filme, ela vira a esquina não por querer, mais levou metade dele para essa viagem eterna.
"E penso ainda: o que mais me incomoda nessa vida é esse tanto de gente que vai sem aviso - não de morte morrida ou matada. Mas, gente que um belo dia lhe dá um beijo de boa noite, faz a curva da esquina e nunca mais. Os telefonemas vão ficando esparsos, a voz já não vibra ao reconhecer a tua, e todo aquele mundo que foi visto à dois, perde o sentido.
Nas noites estreladas, quando vasculhamos o infinito, à cata de algum sinal, quando nossa pequenez salta aos olhos, nessas noites a gente se flagra pensando no tanto de gente que se foi e , na grande maioria das vezes, descobre que quase nunca houve dois, que dois é coisa difícil de ser achada. A serenidade daquilo que é par nos é quase sempre estranha ao paladar. Como uma iguaria desconhecida, mas secretamente desejada."
Sim, esta é a esplendorosa equação da vida: Dois que viram um só, e posteriormente, um que vira meio...
Foi isso que eu pensei hoje que no fim do filme, ela vira a esquina não por querer, mais levou metade dele para essa viagem eterna.
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